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TRALHA sempre limpaFevereiro_2010
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Seis
dicas básicas para manter seu equipamento em ordem
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Em
algumas situações, contar com um especialista é importante,
mas mesmo um iniciante pode tomar precauções básicas
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(Texto: Erika Horigoshi/NB | Foto: Luiz Fernando Pelegrini/RH Fotografias) Depois daquela pescaria tão bem-sucedida, vem o enrosco de guardar todo o equipamento e deixá-lo em bom estado para usá-lo novamente em uma próxima oportunidade. No entanto, algumas dúvidas sempre ficam a respeito das melhores alternativas para limpar, transportar e acondicionar o material. Pensando nisso, o Nippo-Brasil entrou em contato com dois profissionais de pesca e apurou os segredos para garantir a integridade do material e não frustrar pescarias futuras. O fundamental é evitar o contato direto do equipamento com água salgada e areia. Uma dica útil também é utilizar-se das bolsas protetoras para as carretilhas e molinetes, evitando riscos e danos, orienta o consultor técnico da Loja Sugoi Big Fish, Barroso Ryo Kamioka. De fato, tanto a areia quanto a água salgada são dois vilões para vara, molinete e companhia, e o cuidado que se deve tomar a esse respeito deve-se principalmente às pescarias realizadas em alto-mar. Já a utilização de bolsas protetoras é um recurso que pode ser adotado por qualquer um. Hoje, existem protetores individuais para varas, molinetes e carretilhas, diz o pescador e proprietário da Loja Pesca Esporte, Celso Takano. O uso ou não das bolsas para acondicionamento e transporte do material também está relacionado à montagem e à desmontagem dos itens. Levar carretilha e molinete acoplados à vara é uma boa? O ideal é carregá-los separadamente e acomodados em bolsas [carretilha e molinetes] e tubos [vara]. O caniço montado dificulta o transporte, além de apresentar o risco de danificar o equipamento, afirma Kamioka. Na hora de limpar a tralha da pescaria, muitas dúvidas podem ocorrer. Para os pescadores iniciantes, recomenda-se cautela no momento da tarefa. Para a limpeza geral, o conhecimento das peças e suas funções são importantes para a desmontagem do equipamento. O melhor é procurar um especialista, aconselha Takano. O consultor da Sugoi Big Fish concorda: A maioria dos equipamentos modernos possui um sistema bastante complexo e sua manutenção necessita de mão-de-obra especializada. É sempre interessante também submeter todo o material à análise de um especialista, para que ele veja com que freqüência deve ser feita a manutenção interna e profunda do equipamento. Isso vai depender da assiduidade das pescarias. Para pescadores freqüentes, recomenda-se a manutenção preventiva a cada três meses, pondera Kamioka. Entretanto, há coisas que o próprio pescador pode fazer para evitar decepções por falha do material na hora da diversão. A troca da linha quando esta ficar opaca é uma delas. Na verdade, deve-se trocar a linha antes mesmo de isso acontecer, pois, nessa condição [opaca], a linha já está bem comprometida, avalia o proprietário da Pesca Esporte. Kamioka explica que isso acontece porque a linha de náilon absorve a água, fazendo com que ela perca propriedades como resistência e baixa memória. O ideal é a troca de linha a cada cinco pescarias, defende. Outra tarefa a cargo do próprio pescador é assegurar a limpeza básica do material. Limpar o molinete com água para retirar resíduos de areia e sal é muito importante. Depois, o pescador deve ir a uma loja especializada e solicitar a manutenção correta. Não se deve esquecer e deixar o equipamento secar totalmente sem fazer a limpeza, lembra Barroso Kamioka. É preciso lembrar que o sal também pode danificar o carretel e outros componentes. |